quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Diante dos Olhos

 

   Em um cenário diferente, mas com a mesma peça narrada e vivida.
  É como se estivesse em uma prisão, mas sem motivações para tentar a liberdade, como se por trás das muralhas houvesse um destino ainda mais distante dos sonhos. Por outro lado, é como se nessa prisão houvessem momentos de felicidade intensa, sem os quais a vida se tornaria amarga e sem sentido.
  Como interpretar esses momentos de felicidade intensa? Ora, sendo apenas migalhas de uma felicidade que na verdade é mais uma dependência, ou, um presente...o resultado de que tudo vale a pena?
  A resposta está distante...ou diante dos olhos!

5 comentários:

  1. Nah, eu estava precisando dessas percepções hjhein! gosteii

    bjs

    Lívia

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  2. Muito obrigada pessoal, ainda estamos no começo!

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  3. A respeito do seu texto, acredito que compreendo plenamente o assunto, ou quase, bom, melhor dizendo acredito que já tive conhecimento de causa. Muito bom. Quanto a essa prisao, somos prisioneiros espontaneamente pelo benefício que temos de estar nela, depois de algum tempo significa mais pela nossa incapacidade de desbravar o mundo fora, pq as limitações dessa prisão torna a nossa visão limitada, crendo consequentemente que não há vida após a liberdade.
    No entanto, enquanto livres temos a estranha curiosidade de estar em uma prisão, estamos condicionados a insatisfação... o que nos revela que não existe liberdade, apenas lados opostos, momentos diferentes para estar no lugar que se quer !
    A proposito, adorei seu blog !

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  4. repito o que você disse 'estamos consenados a insatisfação'

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